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4 de set. de 2024
14 de mar. de 2018
23 de fev. de 2012
Lixo continua sendo destaque em rua de Pitangui
No dia 16 último, publiquei aqui no blog um flagrante de desrespeito à saúde pública, à qualidade de vida e ao meio ambiente na Rua Doutor Jacinto Álvares, Centro de Pitangui. Nesta quinta-feira (23), ao passar pelo local, vi que havia mais lixo. Porém, melhor embalado (o que facilita o trabalho dos coletores).
A questão é que a minúscula lixeira existente no local, que já era pequena em relação à quantidade de sacos eliminada diariamente pelos moradores do prédio, está agora ainda mais usada, pois um condomínio residencial foi inaugurado logo em frente (e não possui lixeira própria em sua frente).
Volto a afirmar que já passou da hora de instalarem uma lixeira maior, que atenda às necessidades das pessoas e, principalmente, do meio ambiente.
16 de fev. de 2012
Até onde vai a falta de consciência das pessoas?
Estas imagens foram feitas por mim na manhã desta quinta-feira (16) na Rua Doutor Jacinto Álvares, no Centro de Pitangui. Espalhadas num canto da via, ao lado de uma lixeira relativamente pequena para tanto lixo, sacolas aparentemente rasgadas por animais (ou por pessoas em busca de materiais recicláveis para vender).
Por conhecer este local, sou capaz de afirmar que a maior parte deste lixo (senão todo ele) foi produzida pelos moradores deste prédio abaixo. Por ser uma construção grande, com muitos moradores, a lixeira deveria ser bem maior. Certo?
A equipe da prefeitura que trabalha coletando o lixo de porta em porta não é obrigada a juntar a imundície de ninguém. Os cidadãos precisam ter mais consciência ecológica e social e juntar todo o lixo (de preferência separando o seco (reciclável) do molhado (orgânico)) em sacolas plásticas capazes de suportar o volume. É preciso armazená-las em locais seguros, fora do alcance de cães e gatos, e ficar atento aos dias e horários de coleta na sua rua.
Enquanto clicava a sujeira, passaram por ali algumas mulheres com crianças. Aquele garotinho caminhando ao lado delas, de roupa branca, ficou olhando para o lixo. Talvez ele tenha pensado que aquilo ali é normal. Porque gente na idade dele ainda está conhecendo o mundo. A partir do momento em que ele se depara com tanta coisa ruim, pode simplesmente achar que é algo certo, pois os adultos o fazem.
Ainda bem que existe a escola para reverter esse pensamento de criança com a promoção da Educação Ambiental, Cultural, etc. Espero que aquele menino aprenda em casa e na escola a cuidar mais do lugar em que vive - e a condenar as ações de quem não se preocupa com isso (como eu faço).
14 de set. de 2011
Cemig realiza encontro com especialistas de usinas em Conceição do Pará
Ontem (13), estive em Conceição do Pará, município vizinho de Pitangui, em um evento realizado no Solar dos Valérios pela Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig). Também estiveram no evento o casal Paulo e a Iracema Campos (diretores da rede Ativa de rádio), Tina Barcelos (repórter da rádio Onda FM), a secretária municipal de desenvolvimento social em Pitangui, Luciana Cordeiro de Campos, e o assessor de comunicação da prefeitura de Pitangui, Giovanni Pereira.
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| Observe no detalhe como o dono deste blog já estava rascunhando esta postagem (foto: Giovanni Pereira) |
A Cemig enviou vários especialistas para explicar o funcionamento de suas usinas hidrelétricas, com destaque para as estações de Cajuru e do Gafanhoto.
| Especialista da Cemig detalha, tecnicamente, o funcionamento de uma usina hidrelétrica (foto: Giovanni Pereira) |
Eles contaram como a empresa usa a previsão do tempo na produção de eletricidade. Para as autoridades presentes, entre elas o prefeito de Conceição do Pará, foi explicada a necessidade de abrir as comportas das usinas quando o reservatório fica muito cheio, atingindo a capacidade máxima da represa - o que, se não for feito com muito cuidado, pode inundar algumas regiões como, por exemplo, Conceição do Pará, que é cortada pelo rio Pará.
| Controle de cheias em pauta (foto: Ricardo Welbert) |
A segurança nas barragens também foi explicada, com um profissional dizendo que a vistoria nas hidrelétricas da Cemig é constante e muito criteriosa.
| Profissional da Cemig responde a perguntas feitas pelo público (foto: Giovanni Pereira) |
No final, Fernanda Oliveira falou sobre o programa Peixe Vivo, que é um conjunto de ações criadas pela Cemig para evitar a morte de peixes nas barragens - preocupação ambiental que a empresa passou a ter depois que, em um evento catastrófico, várias toneladas de peixes entraram nas máquinas de uma usina e morreram. Por isso, a Cemig, segundo a pelestrante, recebeu uma multa de 10 milhões de reais.
| Fernanda Oliveira falou sobre o programa Peixe Vivo |
Resumindo, foi um evento interessante e educativo que a Cemig certamente faz por obrigação em várias outras regiões e que deveria acontecer mais vezes, porém com mais divulgação e aberto à toda a população.
| Fernanda Oliveira (foto: Ricardo Welbert) |
Quem esteve presente, certamente aprendeu bastante. Os representantes da Cemig mostraram toda a preocupação socioambiental da empresa que, assim como qualquer outro empreendimento no mundo atual, precisa fazer lucro sem causar danos irreparáveis ao meio ambiente.
| Equipe da Cemig (foto: Ricardo Welbert) |
O encontro terminou por volta de 12h30, com almoço (bancado pela Cemig) no Solar dos Valérios.
| Após as palestras, equipe da Cemig e público seguiram para o Solar dos Valérios, onde almoçaram (foto: Ricardo Welbert) |
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| Ao final, a plateia recebeu certificados |
25 de ago. de 2011
Descarte ecológico em Pitangui
Hoje em dia, quase ninguém vive sem um aparelho eletrônico. Seja no rádio, no celular, no relógio ou nos equipamentos domésticos, a mobilidade proporcionada pelo uso de equipamentos portáteis facilita bastante nossa vida. Mas será que sabemos usá-los sem prejudicar o meio ambiente? As pilhas e baterias que alimentam celulares, câmeras digitais, relógios e controles remotos contêm substâncias que podem contaminar o solo e a água, além de provocar vários danos à saúde, prejudicando os rins, o fígado e os pulmões. Em Pitangui, foi implantado um trabalho para descarte correto destes produtos. A ideia é simples e já rende bons resultados.
| Coletor instalado na agência do Sine (foto: Rui de Morais) |
Criado pelo Conselho Municipal de Conservação e Defesa do Meio Ambiente (Codema), o projeto Papa-pilhas espalha coletores pela cidade. O presidente da entidade, Rui de Morais, explica os benefícios do descarte correto destes componentes. “Este projeto dá continuidade à coleta seletiva. Além do papel, do plástico e do vidro, pilhas também fazem parte do conjunto de materiais que, se forem descartados incorretamente, causam danos irreparáveis ao meio ambiente. O mercúrio que sai de dentro das pilhas pode contaminar o lençol freático”, explicou.
A reciclagem está presente, inclusive, na produção dos tambores usados na coleta. “Fizemos o reaproveitamento de tambores que eram descartados por empresas. Pintamos e transformamos estes tambores em papa-pilhas, sem custo adicional para o município”, disse Morais.
Os resíduos coletados são levados para o aterro controlado de Pitangui, onde ficam depositados em uma vala séptica, assim como já acontece com o lixo hospitalar. O local é revestido por concreto e não permite o contato dos componentes químicos com o solo.
A dona de casa Maria Elvira Bahia aprova a implantação dos coletores. “Ao trocarmos o telefone fixo pelo celular, assumimos com a máquina o compromisso de recarregar a bateria sempre que a energia acabar. Agora, precisamos firmar contrato com a natureza e descartar as baterias da forma correta, nos recipientes apropriados”, ensina.
Onde descartar
Em Pitangui, os coletores ecológicos estão instalados nas agências bancárias do Sicoob Credpit e Credicoop, Câmara Municipal, CVT, Sine e outros postos de saúde dos bairros Chapadão, São Francisco e Novo Lavrado.
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