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13 de jun. de 2012

Explicações sobre o LinkedIn e seu uso


Na segunda-feira (11), apresentei em sala de aula um breve estudo meu sobre o LinkedIn, uma rede social diferenciada, voltada para relações profissionais e promoção de trabalhadores e empresas. Nesta postagem, publico o trabalho na íntegra. Comecei - e começo aqui - com um vídeo institucional publicado no YouTube pelo próprio LinkedIn. Por ele, aprendemos a que, basicamente, este site se propõe. 


O LinkedIn é um site que propõe a troca de informações profissionais entre seus membros com objetivo de criar possibilidades de acesso a pessoas, vagas e oportunidades de emprego que antes não eram possíveis por diversos fatores.

Página inicial do LinkedIn
Tido como a maior e mais poderosa rede profissional do mundo, conecta mais de 135 milhões de profissionais em todo o mundo, sendo que mais de 6 milhões são brasileiros, incluindo executivos de grandes corporações, além de uma ampla variedade de nomes famosos em diversos setores. 

Tela de login e acesso à conta no LinkedIn
Fundado em 2003 e sediado no Vale do Silício, na Califórnia, o LinkedIn é uma companhia de capital aberto que possui um modelo de negócios diversificado, onde a receita provém de assinaturas de usuários, soluções de marketing e de recrutamento. 

Página do LinkedIn que explica como o site pode ser útil em recrutamento
O LinkedIn começou na sala de estar do cofundador Reid Hoffman em 2002. O site foi lançado oficialmente em 5 de maio do ano seguinte. Ao primeiro mês de operação, conquistou 4.500 usuários. 

Reid Hoffman
Com sede em Mountain View, Califórnia, o LinkedIn conta com filiais nas seguintes cidades dos Estados Unidos: Chicago, Los Angeles, Nova Iorque, Omaha e San Francisco. O LinkedIn também marca a sua presença internacional e opera em Amsterdã, Bangalore, Nova Déli, Dublin, Londres, Melbourne, Milão, Mumbai, Munique, Paris, São Paulo, Cingapura, Estocolmo, Sydney, Tóquio e Toronto.

Em 31 de dezembro de 2011, o LinkedIn contava com média de cadastro de profissionais superior a dois usuários por segundo. 

Desde 9 de fevereiro de 2012, o LinkedIn é a maior rede profissional do mundo na internet, com mais de 150 milhões de usuários em mais de 200 países e territórios. 60% dos seus usuários estão fora dos Estados Unidos. 

De acordo com a empresa, em 2011, cerca de 4.2 bilhões de buscas de caráter profissional foram feitas na plataforma.

Layout

O layout do LinkedIn é bastante dinâmico e permite ao usuário moldar a aparência de acordo com suas preferências. É possível formatar a página para que as postagens do perfil pessoal no Twitter ou Facebook apareçam (e vice-versa).

Se surgir uma vaga de emprego no mundo off-line e você não tiver em mãos um currículo impresso, basta acessar seu perfil no LinkedIn e gerar um PDF de seu currículo virtual. 

Forma de participação

Assim como nas redes sociais populares, qualquer pessoa pode criar sua conta no LinkedIn, bastando possuir um e-mail e senha válidos. 

Interface

Bastante intuitiva, conduz o novo usuário pelos serviços oferecidos. É possível adicionar trabalhos, projetos, foto do perfil e dados profissionais. 

Interface orienta o usuário sobre como aperfeiçoar seu currículo online
Objetivo da plataforma

Criar possibilidades de acesso a pessoas, vagas e oportunidades de emprego que antes não eram possíveis por diversos fatores, como a distância geográfica, por exemplo. 

A plataforma permite a empresas encontrar e recrutar pessoal, por meio da análise de currículos disponibilizados e grupos nos quais os profissionais se inserem. 

Página da Fundação Educacional de Divinóoplis no LinkedIn
Como funciona

Ao registrar sua conta, o usuário é instruído a montar seu currículo, inserindo dados pessoais, contatos, experiências e exemplos de trabalhos realizados. 

Quando o currículo está montado, o site pergunta se você deseja encontrar colegas antigos, atuais e de classe rapidamente – bastando, apenas, inserir o e-mail deles. Ao procurar emprego, o usuário descobre conexões internas e é alertado sobre novas oportunidades de negócio. A plataforma também incentiva a troca de perguntas e respostas entre os profissionais, afirmando que sua rede vive cheia de especialistas de seu setor que desejam compartilhar sugestões. 

Dinâmica entre os membros

Assim como o Facebook, o LinkedIn possui uma timeline na página inicial, que mostra as últimas atualizações dos contatos do usuários. 

Timeline do LinkedIn
Ainda como a rede social, o LinkedIn sugere pessoas que talvez você conheça. Estas sugestões são oferecidas a partir das informações profissionais que você disponibiliza. 

O site indica pessoas que talvez o usuário conheça
Enquanto no Twitter existem os seguidores, no LinkedIn você tem conexões. No menu "Contatos" você consegue visualizar os perfis com os quais você já está conectado, pode adicionar conexões, ver suas estatísticas de trabalho e buscar pessoas nas empresas e instituições de ensino de sua lista. 

Página de contatos
No menu "Grupos", você vê os grupos de que já faz parte, grupos que podem ser de seu interesse, diretório de grupos divididos por assuntos. Além disso, você pode criar seu próprio grupo e convidar pessoas. 

Grupos
No menu "Empregos", é possível localizar empregos, ver estudantes e recém-formados na área, anunciar uma vaga, gerenciar seus empregos (no caso das empresas que contratam), localizar talentos (ferramenta que permite ver os currículos mais completos) e encontrar soluções de contratação (que já faz parte dos serviços cobrados pelo LinkedIn). 

Empregos
Na "Caixa de Entrada", você aceita convites de conexões, visualiza mensagens que lhe mandaram, escreve mensagem para outro membro e revê suas mensagens enviadas e arquivadas. 

Caixa de entrada
O item "Empresas" oferece ferramenta de busca por empresas e mostra as empresas que você segue dentro do LinkedIn. 

Empresas
Se você gosta do trabalho de alguém que faz parte de sua rede no LinkedIn, você pode recomendar o trabalho dela. Para isso, preencha um questionário sobre seu relacionamento com a pessoa em questão, o cargo que você e ela ocupava quando a boa relação entre os dois foi estabelecida. Por fim, redija uma breve recomendação sobre a pessoa. Sua indicação ficará visível para suas conexões e empresas de recrutamento que analisarem as informações da pessoa indicada.

O item "Recomendação" possibilita indicar profissinais
O LinkedIn também mostra quantas pessoas visualizaram seu perfil e quando. No dia 7/6, estava em fase de testes uma nova ferramenta que mostra vagas que podem ser do interesse do usuário. 

"Quem viu seu perfil?" e "Vagas que podem ser de seu interesse" são duas opções bastante interessantes
Possibilidades de uso em marketing, publicidade e comunicação

Na parte inferior do site, o menu “Publicidade” destina o internauta a uma página que explica as formas como o LinkedIn pode ser usado para fazer publicidade de empresas ou serviços. De acordo informações da própria página, não importa se você é responsável por uma marca consagrada ou de marketing de resposta direta. No LinkedIn, você está em boas mãos.

Site estimula empresários, diretores e gerentes a usá-lo para conquistar novos clientes
“50% da nossa fonte de clientes em potencial obtida através de anúncios vêm do LinkedIn. No que diz respeito à relação custo-benefício, o LinkedIn possui as soluções de marketing mais eficientes da internet”. (Matt Johnston, vice-presidente de Marketing da uTes)

Exemplos de usos

• Selma Assis, jornalista e assessora de imprensa na prefeitura de Pitangui, MG. 



Imagens mostram perfil completo da jornalista e assessora de imprensa Selma Assis
Como jornalistas utilizam 

A própria página do site traz dicas para jornalistas utilizarem melhor a ferramenta, não apenas para se divulgarem no mercado de trabalho, mas para conseguirem boas fontes entre os melhores profissionais das mais variadas áreas. 

Página incentiva jornalistas a usarem melhor os recursos oferecidos pelo LinkedIn
Cases e comentários

Algumas histórias de sucesso dos usuários do LinkedIn ao utilizar o site.

Rogério Lotito

Caso: LinkedIn auxilia na expansão dos negócios de usuário brasileiro.
Beneficiado: Rogério Lotito, Profissional de Marketing e Vendas na Inf Service.
Localidade: São Paulo, SP.
Resultado: Convidou pessoas para participar de eventos online e para marcar reuniões.
Estratégia: "Meu trabalho com eventos online e seminários web tornou-se ainda mais simples com a inclusão do LinkedIn em nossa estratégia de negócios. Já atingimos a marca dos 2.600 visitantes e continuamos a crescer no mercado de eventos".     

Marco Filippetti

Caso: Obteve o know-how do setor através das ferramentas Grupos e Respostas do LinkedIn.
Beneficiado: Marco Filippetti, Consultor Sênior de Tecnologia e Operações na Embratel.
Localidade: São Paulo.
Resultado: Compartilhou inteligência processual e de mercado.
Estratégia: Filippetti está sempre informado e atualizado sobre o mercado, mantendo contato direto com parceiros de negócios e colegas. Ele também é um participante assíduo nos Grupos do LinkedIn, ferramenta esta que o ajuda a entender a tecnologia e identificar as tendências, práticas e ações do setor de tecnologia.

Para encerrar minhas explicações sobre o LinkedIn, apresento dois outros vídeos hospedados no YouTube que também trazem informações interessantes. 

Vitrine (28/02/2012) - O programa Vitrine entrevista Oswaldo Barbosa de Oliveira, presidente do LinkedIn Brasil.


Você conhece o LinkedIn? - Vídeo feito pelos alunos do 6° semestre de Jornalismo do centro universitário Uniseb-Ribeirão Preto Fabiano Cruz e Fanny Victória para a disciplina de Edição em Telejornalismo, com o professor Jon Russo Estevão.




Nota: todas as fotos deste post são fotos de minha própria tela durante uso do LinkedIn. 

Espero que tenham gostado. Deixem suas opiniões, sugestões ou perguntas no espaço abaixo. Até o próximo post!


8 de jun. de 2012

Seu currículo já está no LinkedIn?


Estou produzindo um trabalho acadêmico sobre o LinkedIn, uma rede social que funciona, na verdade, como uma rede profissional. Diferentemente do que acontece no Orkut e no Facebok (que valorizam suas fotos e sua rotina diária), a intenção desta ferramenta é promover sua carreira profissional. Ao invés de amigos ou seguidores, nele você tem conexões. 

Minha página de "Contatos" no LinkedIn em 7/6/12
Antes mesmo de receber a proposta para produzir uma apresentação em sala a respeito desse site, eu já possuía meu currículo atualizado no LinkedIn. Para saber mais sobre este serviço e decidir criar seu perfil (caso ainda não o tenha), assista aos vídeos abaixo. 

O que é o LinkedIn? - Vídeo institucional postado na web pela própria empresa. 



Vitrine (28/02/2012) - O programa Vitrine entrevista Oswaldo Barbosa de Oliveira, presidente do LinkedIn Brasil. 


Você conhece o LinkedIn? - Vídeo feito pelos alunos do 6° semestre de Jornalismo do centro universitário Uniseb-Ribeirão Preto Fabiano Cruz e Fanny Victória para a disciplina de Edição em Telejornalismo, com o professor Jon Russo Estevão.


Procure-me no LinkedIn e estabeleça uma conexão. Vamos trocar informações profissionais. Até o próximo post!

6 de out. de 2011

Mídias sociais: você está viciado nelas?

Orkut, Facebook, LinkedIn, MySpace, Twitter e tantas outras mídias sociais fazem parte de nossas vidas. Comunicar ficou fácil para todos. Além de podermos conversar em tempo real com nossos amigos em qualquer parte do mundo, usamos estes sites para aprimorar nossos trabalhos, adquirir conhecimentos específicos e até fazer dinheiro. Mas até quando consumir mídias sociais é considerado saudável?

Tenho conta no Orkut desde o tempo em que ele era praticamente a única mídia social. Inicialmente, passava horas do dia na frente do computador atualizando e participando de debates em comunidades. Quando olhava para o relógio, percebia que o dia estava acabando e que eu havia produzido pouco. Comecei a me preocupar com aquilo.

Com o passar dos dias, surgiram outros sites de relacionamento e me interessei pelo Facebook e pelo Twitter. Hoje, continuo pensando que estas ferramentas são programadas para nos viciar. Estou me esforçando para me policiar e não permitir que a vontade de chegar minhas mídias sociais e postar coisas novas atrapalhe meus estudos. Sei que não sou o único a sofrer com esse dilema.

Com os smartphones, o acesso à internet em mídias móveis se populariza. Crianças e adolescentes estão atualizando suas redes durante os horários de aulas, deixando de prestar a devida atenção nos professores. Este é um problema sério. Assim como o cigarro e a bebida, mídias sociais são viciantes. É preciso que, no caso de crianças e adolescentes, pais conversem com eles sobre a importância de uma boa formação cultural e intelectual, da leitura de livros e da explicação sobre benefícios e malefícios. Para adultos viciados a ponto de serem prejudicados profissional e socialmente, a desintoxicação também é necessária – e é preciso haver esforço para isso.

Algumas pessoas (como eu) sabem trabalhar nas mídias sociais. Para nós, jornalistas, já existem cursos específicos ensinando como informar nas mídias sociais. Mas só isso não basta. Abro espaço para que você, leitor do blog, participe através de comentário contando o quanto as mídias sociais estão presentes no seu dia-a-dia e se você é uma pessoa que as domina ou se deixa dominar por elas

1 de set. de 2011

Cracker não é racker - e vice-versa

Para quem não domina com perfeição o “informatiquês” ensinado nos cursos de comunicação e tecnologia, preparei uma explicação básica sobre a diferença entre os termos “crackers” e “hackers”. Este texto que fiz, inclusive, foi publicado em outro blog do qual participo. Se para você estas duas palavras significam a mesma coisa, não feche o texto nem pare a leitura. Siga em frente até cair na real e descobrir que as manchetes jornalísticas que dizem que “hackers atacaram sites do governo” passam uma falsa realidade de duas coisas completamente diferentes.

11 de abr. de 2011

Facebook

Fez muito bem para o Facebook a produção do filme “A rede social”. O número de visitantes aumentou 45,5% só nos dois primeiros meses do ano (época em que a película esteve nos cinemas). Criei minha conta em janeiro, depois do estardalhaço da adaptação de um livro para as telas. Mas ainda não consegui ver tanta graça neste site. Achei muito bagunçado. Ainda prefiro o Orkut.

Minha página no Face: ainda prefiro o Orkut (foto: reprodução da internet)

16 de dez. de 2010

Pelo fim do público inconsciente (e inconsequente)


Por que será que muita gente passa valiosas horas de seus inúteis dias publicando fetiches pessoais na internet ao invés de trabalhar e aproveitar as coisas boas da vida? O chato é que sei a resposta: porque infelizmente sempre tem alguém ainda mais desocupado que consome tais conteúdos. A imprensa, por exemplo, entope as páginas das revitas, jornais e sites com idiotices como "Mariah Carey publica foto do cãozinho dela no Twitter", "Luana Piovani toma sorvete com o filho na praia". E daí? E daí?? E daí, caramba???

A gente fica sabendo das porcarias sem querer porque uma praga de jornalistas mal sucedidos ficam produzindo merda depois de merda. Pior que muita gente pára para ler, ouvir, assistir e até comprar esse tipo de coisa. Talvez porque seja fã do artista (nesse caso, ainda vai - desde que não chegue a ser fanatismo paranóico).

Piores são aqueles indivíduos desconhecidos que ninguém quer conhecer e que criam perfis no Orkut, Facebook, Twitter e afins e os inundam de fotos. Todo mundo louco para ser a próxima sub-celebridade do momento. E os programas de TV que ficam expondo pessoas que publicam imagens suas na internet, taxando-as de engraçadas, hilárias, etc.? É a banalização total do "eu".

As pessoas tentam parecer o que não são para ganhar mais notoriedade - exatamente o que acontece com os imbecis que participam do Big Brother e com os mais imbecis ainda que gastam dinheiro ligando para elimar alguém daquela bagaça idiota e mais ridícula de todas. Sugiro que as ciências da Comunicação Social sejam disciplinas dos ensinos Fundamental e Médio. Talvez assim as próximas gerações sejam formadas por atores sociais mais conscientes.