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29 de ago. de 2024

Cartum: conforme o fim de mês se aproxima... 😅

 


Desenho em livro didático é a consagração do artista gráfico


Para todo chargista e cartunista, um dos melhores momentos do trabalho é quando alguma editora nos procura interessada em usar arte nossa em livros escolares ou acadêmicos. 

Não apenas porque elas pagam por isso, mas principalmente porque todos nós crescemos aprendendo e nos inspirando em charges, tirinhas e cartuns nos exercícios que fizemos na escola e na universidade. 

Saber que logo, logo outros estudantes farão atividades baseadas em trabalhos nossos é a consagração do artista gráfico. Momento que, aliás, nos leva a querer nunca pendurar a caneta. 

Digo isso porque nesta quinta-feira (29/8) a editora Terra Sul, de Curitiba (PR), comprou o direto de uso desta minha charge de 2017 sobre o ódio nas redes sociais. O desenho estará no livro "Saberes da Educação Digital", do ensino médio. 


Deixo aqui meu agradecimento à cordial equipe que me contactou. Que a atividade na qual minha crítica ilustrada estará leve os estudantes a refletirem sobre melhores formas de viver em meio ao caos que experimentam nas mídias sociais. 


17 de out. de 2020

Charge: próximos passos de Robinho

"Estou rindo porque não estou nem aí. A mulher estava completamente bêbada, não sabe nem o que aconteceu", debochou Robinho em ligação telefônica usada como prova pela Justiça italiana para condená-lo por violação sexual em grupo. Charge publicada em 17 de outubro de 2020 na Agência de Notícias das Favelas (ANF).




16 de dez. de 2018

Mudei a minha assinatura; entenda os motivos


A partir desta segunda-feira, 17, quem acompanha as minhas charges no "Divinews" e nas redes sociais verá uma assinatura diferente. Depois de 14 anos usando "Ricardo Welbert" nos meus desenhos, passarei a escrever só "Welb".

A decisão veio após recente conversa que tive com meu amigo e mestre Duke (que produz diariamente para os jornais "O Tempo", "Super Notícia" e para o portal "Dom Total"). Ele contou que quando começou no segmento, assinava "Evangelista" (pois o nome completo dele é Eduardo dos Reis Evangelista). Logo viu que aquela assinatura não impactava. Lembrou-se, então, do apelido que ganhou de outro mago das charges, o Lute (do "Hoje em Dia"), que o chamava de "Duca" (sim, "do caramba"). Resolveu, então, trocar a última sílaba por "ke" e assim surgiu "Duke", que logo se tornou um dos maiores pseudônimos do humor brasileiro. 

Ele me sugeriu usar só "Welbert". Foi aí que lembrei dos casos de outras duas grandes referências minhas: Stéphane Charbonnier ("Charb") e Laurent Sourisseau ("Riss"), ambos do jornal francês "Charlie Hebdo". Eles pegaram parte dos sobrenomes e criaram assinaturas que ocupam menos espaço nos desenhos e geram melhor impacto sonoro. Assim como ambos, continuarei assinando reportagens e artigos de opinião com o meu nome composto. Só os desenhos terão identificação mais simples.

A partir de hoje também pretendo variar nas formas, com estilos mais livres. Quase sempre meus desenhos são feitos primeiro com grafite (lápis ou lapiseira), depois finalizados com tinta nanquim e coloridos digitalmente. Quero variar usando diferentes materiais e, de vez em quando, finalizar à mão, com cores e letras feitas com tinta de verdade. Acho que isso contribui para o constante aprimoramento das técnicas de ilustração e estimula a criatividade.

Se você leu até aqui, é porque está mesmo interessado(a) no assunto. Então, por favor, deixe seu comentário! Tô curioso pra saber o que você achou. Muito obrigado a cada um(a) de vocês que acompanham meu trabalho. Abraços do Welb!