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14 de mar. de 2018
9 de mar. de 2012
Assim, não dá
Um dos maiores problemas em Pitangui está na quantidade de lixo jogada nas ruas. Existe, na cidade, o trabalho dos garis (profissionais que varrem e recolhem esse lixo). Porém, logo que eles realizam a limpeza, as praças e ruas voltam a ficar poluídas. É possível perceber que a maior parte deste lixo é composta por embalagens de alimentos e panfletos.
Nesta sexta-feira (9), às 18h30, eu estava na Praça Brito Conde, no Centro, tomando um sorvete enquanto esperava o transporte para a faculdade. Quando terminei de consumir o produto, fui até a lixeira da praça e joguei a embalagem fora. Para minha surpresa, ela caiu no chão, ao lado do meu pé.
Diante de tamanho absurdo, não pude deixar de fotografar a lixeira sem fundo e mostrá-la aqui. Cabe às autoridades locais incentivarem o descarte correto de lixo - e isso tem sido feito. Mas cabe às mesmas autoridades a manutenção das lixeira públicas. Conhecendo um pouco da argumentação empregada por governantes locais, sei que costumam dizer: "ah, mas tanto faz a lixeira ter fundo ou não. As pessoas continuam jogando lixo nas ruas".
"Tanto faz"? Como assim "tanto faz"? Não é porque a maior parte da população não tem consciência ambiental que mereço ser desconsiderado. Na ocasião, sentindo-me mal em deixar meu lixo jogado na praça, recolhi a embalagem, atravessei a rua e a deixei na lixeira de um supermercado.
É impossível incentivar as pessoas a manterem as ruas limpas quando existem lixeiras sem fundo espalhadas pelas praças do Centro (sim, esta não é a única. Pretendo fotografar as outras e mostrá-las aqui também).
Ao registrar esse flagrante, comentei no Twitter e recebi o seguinte da minha seguidora @viclotav: "Registra, divulga. Quando tem denúncia o público se mobiliza, ou pelo menos perde alguns votos. =)".
Né?
23 de fev. de 2012
Lixo continua sendo destaque em rua de Pitangui
No dia 16 último, publiquei aqui no blog um flagrante de desrespeito à saúde pública, à qualidade de vida e ao meio ambiente na Rua Doutor Jacinto Álvares, Centro de Pitangui. Nesta quinta-feira (23), ao passar pelo local, vi que havia mais lixo. Porém, melhor embalado (o que facilita o trabalho dos coletores).
A questão é que a minúscula lixeira existente no local, que já era pequena em relação à quantidade de sacos eliminada diariamente pelos moradores do prédio, está agora ainda mais usada, pois um condomínio residencial foi inaugurado logo em frente (e não possui lixeira própria em sua frente).
Volto a afirmar que já passou da hora de instalarem uma lixeira maior, que atenda às necessidades das pessoas e, principalmente, do meio ambiente.
16 de fev. de 2012
Até onde vai a falta de consciência das pessoas?
Estas imagens foram feitas por mim na manhã desta quinta-feira (16) na Rua Doutor Jacinto Álvares, no Centro de Pitangui. Espalhadas num canto da via, ao lado de uma lixeira relativamente pequena para tanto lixo, sacolas aparentemente rasgadas por animais (ou por pessoas em busca de materiais recicláveis para vender).
Por conhecer este local, sou capaz de afirmar que a maior parte deste lixo (senão todo ele) foi produzida pelos moradores deste prédio abaixo. Por ser uma construção grande, com muitos moradores, a lixeira deveria ser bem maior. Certo?
A equipe da prefeitura que trabalha coletando o lixo de porta em porta não é obrigada a juntar a imundície de ninguém. Os cidadãos precisam ter mais consciência ecológica e social e juntar todo o lixo (de preferência separando o seco (reciclável) do molhado (orgânico)) em sacolas plásticas capazes de suportar o volume. É preciso armazená-las em locais seguros, fora do alcance de cães e gatos, e ficar atento aos dias e horários de coleta na sua rua.
Enquanto clicava a sujeira, passaram por ali algumas mulheres com crianças. Aquele garotinho caminhando ao lado delas, de roupa branca, ficou olhando para o lixo. Talvez ele tenha pensado que aquilo ali é normal. Porque gente na idade dele ainda está conhecendo o mundo. A partir do momento em que ele se depara com tanta coisa ruim, pode simplesmente achar que é algo certo, pois os adultos o fazem.
Ainda bem que existe a escola para reverter esse pensamento de criança com a promoção da Educação Ambiental, Cultural, etc. Espero que aquele menino aprenda em casa e na escola a cuidar mais do lugar em que vive - e a condenar as ações de quem não se preocupa com isso (como eu faço).
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