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10 de out de 2011

Irresponsabilidade que fere e mata

Todo fim de semana é assim: em busca de descanso, motoristas pegam as estradas para passarem o sábado e o domingo comendo e bebendo em qualquer lugar que não seja o escritório. Na volta para casa, muitos, ainda sob efeito do álcool, não se preocupam e arriscam as vidas da família, dos amigos e dos outros motoristas que mesmo dirigindo dentro da velocidade permitida podem ser vítimas da imprudência alheia. 

Na segunda-feira, as notícias são tristes. Acidentes, acidentes, e mais acidentes com feridos e vítimas fatais. Pessoas que tinham sonhos, projetos e planos para o futuro e que tiveram a vida tirada em tragédias. Em muitos casos nem é preciso teste do bafômetro para constatar que a causa do acidente foi o excesso de manguaça.

A Polícia Rodoviária precisa reforçar a fiscalização, realizar o teste do bafômetro e impedir que motoristas alcoolizados coloquem a vida de inocentes em risco. Dirigir alcoolizado é a prova de que apenas ter passado pela autoescola e conquistado a carteira de habilitação não bastam. É preciso ter consciência, prudência e responsabilidade.

No Brasil, as pessoas atropelam, matam e não passam nem um mês na cadeia. Alegam que não foi por querer e são liberadas, indiciadas apenas por homicídio culposo, quando não há intenção de matar. As leis são falhas e, por isso, a responsabilidade no trânsito também é.

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