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1 de set de 2011

Cracker não é racker - e vice-versa

Para quem não domina com perfeição o “informatiquês” ensinado nos cursos de comunicação e tecnologia, preparei uma explicação básica sobre a diferença entre os termos “crackers” e “hackers”. Este texto que fiz, inclusive, foi publicado em outro blog do qual participo. Se para você estas duas palavras significam a mesma coisa, não feche o texto nem pare a leitura. Siga em frente até cair na real e descobrir que as manchetes jornalísticas que dizem que “hackers atacaram sites do governo” passam uma falsa realidade de duas coisas completamente diferentes.


Porém, antes de explicar as diferenças, é importante fixar que crackers e rackers também possuem características em comum. Ambos são experts em computadores. Pessoas que possuem habilidades extraordinárias para lidar com sistemas e programações, além de dedicarem longas horas diárias de suas nobres vidas a fim de estudar tais conteúdos. O que os difere, enfim, é o uso destes conhecimetos para o bem ou para o mal.

CRACKERS

O termo “cracker” é empregado para designar pessoas más, capazes de invadir sistemas e causar prejuízos enormes. Os sujeitos invadem sistemas e descobrem falhas, encontram e vendem informações, desfrutam dessas informações, roubam sistemas de bancos on-line, criam vírus, trogon, malware, spyware, adware e muitas outras pragas virtuais. A internet é o oxigênio dos crackers.

HACKERS

São pessoas que manipulam e alteram o funcionamento de um programa, fazendo com que ele trabalhe da forma como quiser. Ou seja, muitas empresas distribuem seus sofwares na forma trial de 30 dias de utilização. Os hackers, usando de conhecimentos avançados de linguagem assembly e debuggando esses sofwares empresariais, fazendo com que funcionem mais de 30 dias ou acham chaves de registro (suas senhas) vasculhando o código e registrando de forma ilegalmente o programa. Muitas vezes, postam seus cracks na internet – seja pra jogos, para programas, etc.

HACKER ÉTICO

Sim. Existem hackers éticos, que não fazem mal a ninguém nem jogam sacolas plásticas nas ruas. São os hackers do bem. Muitas empresas contratam hackers éticos para testarem a segurança de uma rede interna, corrigirem falhas e avisarem sobre possivéis invasões, pagando muito bem pelo serviço, pois eles obtêm informações previlegiadas. Eles, por serem éticos, mantêm sigilo das falhas – e, certamente, também de suas contas bancárias.

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