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2 de jul de 2009

Pra não dizer que não falei das flores

Então... Hoje eu decidi acabar com o jejum de postagem aqui no blog (que tem acontecido não por minha vontade, mas por minha falta de tempo). Selecionei alguns assuntos que gostaria de abordar, começando pelo assunto mais falado da semana: a morte de Michael Jackson.

Com certeza o mundo perdeu um de seus grandes artistas. Michael foi um fenômeno mais que merecido. É impressionante para mim (e creio que para a maioria dos jovens que hoje são fãs do trabalho dele) ver as imagens de Jackson ainda criança brilhando na Jackson Five. Um grande astro, Michael ingênuamente deixou-se ser explorado por oportunistas (inclusive da própria família), chegando à falência. Neste mês de julho ele voltaria a brilhar em dezenas de shows pela Europa. Praticamente todos os ingressos já haviam sido vendidos.
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Agora... Quem vai ficar devendo uma ao Michael é o José Sarney. O estardalhaço midiático provocado pela morte do astro ofuscou a nova onda de falcatruas no Senado que estavam brotando na imprensa.

Aliás, o Senado se transformou na "casa da mãe Joana". A promiscuidade continua sendo financiada com dinheiro público. O ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso disse que será difícil ao Senado recuperar credibilidade, admitindo que, desta vez, as práticas ilícitas passaram de qualquer limite ponderável, dizendo que dificilmente a Casa voltará a ser respeitada pela opinião pública.

Há quem pense em acabar com o Senado Federal. Em países em que a democracia vigora há mais tempo que no Brasil, não existe Senado. Deve ser levada em conta a economia de dinheiro que isso proporciona (ainda mais no Brasil, em que os senadores ganham (bem) mais do que merecem). Também a rapidez nas decisões. Com isso, acabam os projetos de lei transitando de um lado pro outro aguardando votação. Quem decide é o primeiro-ministro ou o presidente da Câmara dos Deputados.

Após o fim do Senado, o Brasil poderia pensar também em enxugar as cadeiras da Câmara, podendo reduzir as 513 cadeiras atuais para umas 150 apenas. Seria mais que suficiente para as tomadas de decisões e facilitaria a fiscalização dos atos de seus ocupantes.

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