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17 de abr de 2009

A imprudência pelos condutores de veículos "oficiais"

Seria interessante se as prefeituras e demais órgãos públicos passassem a exigir melhor conduta no trânsito também de seus motoristas oficiais. É comum ver condutores de veículos com logomarca de prefeituras, de órgãos jurídicos, empresas, se achando melhores que os demais nas ruas.

Piscar os faróis, buzinar excessivamente e colar na traseira alheia são hábitos comuns de quem pratica esse abuso de autoridade. Policiais e condutores de ambulâncias, então, muitas vezes utilizam da sirene apenas para terem caminho aberto no congestionamento.

Outro dia o jornal Estado de Minas trouxe em primeira página a foto de um veículo de auto-escola estacionado em cima do passeio. Olha só o mau exemplo. Espero que, com isso, aquele “instrutor” tenha sido “reprovado” no emprego.

A “Lei Seca” foi um passo. Nos primeiros meses, notou-se uma queda significativa no número de acidentes causados pela combinação indevida de álcool e direção. Porém, o Brasil é um país com dimensão demográfica continental. Há fiscalização nas rodovias (pelo menos em algumas) próximas às grandes cidades, mas faltam agentes próximos a muitos “cafundós de Judas” por aí. Verdade é que, embora a Lei Seca cumpra seus 100% de eficiência, a imprudência continuará matando. Só mesmo uma boa pedagogia para ensinar aos irresponsáveis entre o banco e o volante a terem responsabilidade com os outros e até consigo mesmo.

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