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18 de jan de 2008

Em A Fantástica Volta ao Mundo, Zeca Camargo narra bastidores de suas viajens pelo Mundo em série produzida para o Fantástico, da Globo



Na noite de lançamento do livro, Zeca Camargo autografa exemplares e recebe o carinho dos fãs



Para quem gosta de turismo literário (passar horas "viajando" (neste caso, totalmente) através de palavras), o livro A Fantástica Volta ao Mundo, do jornalista Zeca Camargo é uma pedida e tanto. O livro (que ainda não terminei de ler (mas já estou no penúltimo capítulo)) é um documentário, tipo um making-off, da série que o jornalista produziu para o quadro A Fantástica Volta ao Mundo, exibido no Fantástico, da Rede Globo, em 2004.
Conforme Zeca explica na introdução do livro, a idéia da série nasceu em outubro de 2003 e não mudou muito desde seu esboço inicial: fazer reportagens dando uma volta ao mundo, com os destinos escolhidos pelo público. "Com o projeto aprovado, passamos à etapa seguinte: definir as opções de escalas do roteiro, uma lista com quase quarenta países, que serviu de base para a compra de bilhetes aéreos, já em dezembro de 2003", disse ele.
Ao longo do livro, Zeca Camargo vai narrando suas aventuras ao lado do repórter cinematográfico Guilherme Azevedo, único acompanhante na viajem. O documentário foi produzido com base em anotações feitas por Zeca ao longo do percursso, além dos depoimentos que ele escrevia diariamente no blog do quadro.
Quem pensa que vida de jornalista é fácil, A Fantástica Volta ao Mundo é uma prova do contrário. Além de retratar as belezas dos lugares que visitou, Zeca mostra as pessoas que conheceu (pelo menos as que mais marcaram o trajeto) e os problemas em achar em cada país um cybercafé com internet banda larga decente para enviar o material para a redação do Fantástico no Brasil.
Tudo registrado numa ótima série jornalística e documentário, iniciado em 16 de maio de 2004 e terminada em 19 de setembro do mesmo ano, depois de 126 dias e 103.792 quilômetros percorridos em 54 vôos.
Para quem gostaria de conhecer outras culturas mas não o faz por falta de tempo (ou dinheiro), este livro é um prato cheio.

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