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27 de dez de 2008

Minha Retrospectiva 2008

Mais um final de ano. Tempo de repensar nossas atitudes, traçar metas e planos para o futuro. Relembrar o que foi esboçado no 31 de dezembro passado e ver o que de fato se concretizou e o que só ficou em pensamentos.
O ano que termina começou com uma névoa de tristeza: o recente falecimento de minha avó, dona Julieta (saudosa “Vó Jujú”), de quem eu tanto gostava. Ela partiu deste mundo, indo fazer companhia a minha irmã Ana Lúcia (falecida 2 anos antes, aos 26). Minha mãe, que já sofria muito pela perda da filha, em depressão, sofreu também a perda da mãe.
Exceto pelos detalhes acima, 2008 começou com boas expectativas. O reveillon eu passei na Praça da Feirinha, no Centro de Pitangui, onde rolou um showzinho com uma banda, a meu ver, muito tosca. O que deu um brilho ao momento foi a presença de um grande amigo há vários anos de escola. Claro, a companhia feminina é o melhor de tudo. Passei com uma menina bem legal (vou maneirar nos elogios a ela. O motivo para isso você descobrirá mais abaixo).
Minha paixão pela música (não poderia deixar de citar isto aqui) teve seu auge quando, em fevereiro, quando fui a um show da Pitty na Girus em Pará de Minas (e o melhor: quando consegui entrevistar toda a banda). Levei comigo um grande amigo, o Gabriel, também muito fã da baiana Priscila Leoni (hello! Pitty!!). Noutra oportunidade, em abril, acompanhado do amigo Daniel, e do Di (fiz amizade com este último neste dia), fui ao show de outros ídolos: Nx Zero e Capital Inicial, na Fenacer (Festa da Cerveja) em Divinópolis.
Voltando a janeiro, lembro-me de ter escrito no meu MSN: “2008 será um ano dedicado à educação”, afinal, havia ganhado uma bolsa de estudo renomada instituição da cidade. Estava no pique, pronto pra arrebentar. Agora no final de novembro fiquei preso em Matemática, minha matéria menos preferida (para não dizer mais detestada, pois é a única que de fato detesto). Significa que fui mal aluno? Não. Pelo contrário: participei de peças de teatro, aprendi algumas culturas que na escola pública nem tinha visto e me relacionei com pessoas (mais que colegas, grandes amigos) equivalentes a mim.
Fiz o ENEM (o tão disputado Exame Nacional do Ensino Médio), tirei uma nota consideravelmente boa (no resultado veio escrito “entre bom e excelente”) e agora vivo a ansiedade de saber se faturo ou não uma bolsa integral do Prouni em alguma faculdade.
Minha vida profissional foi, a meu ver, um sucesso instantâneo. Comecei o ano trabalhando apenas no jornal O Independente, tendo expediente fixo na redação, trabalhando na produção e edição de reportagens e fotos. Como pude, graças a um amigo, Artur, trabalhar com locução de rádio (ele me convidou para ser colega de trabalho dele na web-rádio Fusion), procurei a Onda FM para um teste de locução. Fui contratado em março, com carteira assinada, e hoje ganho para fazer algo que gosto muito. E o melhor: progrido cada vez mais.
Ah, a vida pessoal... Esta foi o máximo! Maior parte do ano foi só aquela boa maré de “pegação”, indo na missa aos domingos para agarrar “menininhas” atrás da igreja. Em maio, comecei um namoro sério com alguém de quem eu gostava (atenção para o verbo no passado) e que só me decepcionou. O resultado, obviamente, foi a separação. Fiquei triste? Até que não... Com muita raiva, sim. Mas triste, não. Pois no outro dia já estava de encontro marcado com uma ex-namorada que me levou à loucura (positivamente falando). Sabe quando algo totalmente inesperado acontece e muda nossa história para um patamar muito acima? Então. Leia o próximo parágrafo.
Dia 19 de outubro, marquei encontro com uma garota (pensou que fosse durante a missa de domingo? Acertou!) que conhecia apenas de vista (grande amiga da ex-namorada decepcionante que citei acima). Enquanto os pais dela, nas primeiras filas da igreja, pensavam que a filha estava um pouco atrás, assistindo a missa junto a algumas amigas, ela estava, na verdade, atrás da igreja, comigo. Foi um encontro delicioso. Até que aconteceu o tal fato inesperado que muda a vida para um patamar muito acima. A missa acabou e, ao invés de nos despedirmos, fui convidado a entrar no carro com ela, irmã e pais dela também. Entrei. Nem falei nada. Nem precisei. Acho que nunca tremi tanto. Tinha acabado de conhecê-la e já estava entrando no carro da família de mãos dadas com a garota. Pensei que passaria por aquele processo tenso e chato de pedir a mão da moça em namoro, mas nem foi preciso. Firmamos namoro oficialmente logo no primeiro dia.
Hoje, a cada dia que passa, amo a Alessandra ainda mais. Ela, Angélica (cunhadinha), Adilson (cunhado), Joaquim (sogro) e dona Rosa (sogra) já são pra mim pessoas muito queridas e tenho orgulho de chamá-las de “da família”.
E assim, chegamos todos ao final de mais um ano. A todas as pessoas citadas neste texto, e a todas as outras que fizeram parte da minha vida, contribuindo para os momentos de alegria e me amparando nos difíceis, meu muito obrigado e os mais sinceros votos de felicidade neste ano de 2009.

Abraço!

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